há coisas que não compreendo. simplesmente. outras, que por mais que busque por uma compreensão, não alcanço. há coisas que me faço de cega. ou surda. porque não tenho opção. e há coisas pelas quais não desisto. nunca. de acreditar, ou duvidar. pelo meio, entre uma coisa e outra, vou sorrindo. como se me enganasse, lúcida, que o maior desafio já venci. o da compreensão, necessária, sobre as coisas que nada posso fazer.

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