Eu ia comentar, mas saiu algo assim, algo que fala muito mais de mim do que do seu post. E eu deixo.
Os passos insistem em refazer velhos caminhos Ardem os passos nos caminhos antigos Não, não são os passos que ardem São as labaredas de sóis Que queimam os olhos E afogueam a face E abrem clareira na alma Ao passar pelos caminhos de outrora
Eu ia comentar, mas saiu algo assim, algo que fala muito mais de mim do que do seu post. E eu deixo.
ResponderExcluirOs passos insistem em refazer velhos caminhos
Ardem os passos nos caminhos antigos
Não, não são os passos que ardem
São as labaredas de sóis
Que queimam os olhos
E afogueam a face
E abrem clareira na alma
Ao passar pelos caminhos de outrora
Os passos não adormecem
ResponderExcluirSeguem atentos
Atônitos
Aturdidos
Os passos não adormecem
Seguem ardendo
Arqueados
Alterados
Os passos não adormecem
E buscam novos passos
Novos caminhos
Os mesmos passos
Pelos mesmos caminhos
Alertas
Aos traços do caminho que refaço
(Gostei de vir aqui, e sentir e então escrevi)
foto muito bela!
ResponderExcluirbom fim de semana.
:)
Os passos precisam silenciar e ser lentos, enquanto corremos pelos caminhos afora! (e muitas vezes sem por do sol)
ResponderExcluirBeijos