domingo, 23 de junho de 2013






[...] Poucas vezes me senti traída, e se sentir traída é bem diferente de ser, de fato, traída. Não coleciono traições, e da última vez que experimentei essa sensação doeu tanto, mas tanto, que até hoje evito o tema só para não ter de reviver aquela dor. Como se fosse possível. E por que escolho a traição para nomear o sentimento que me domina? Porque não encontro outra tradução para uma relação de fidelidade que foi, unilateralmente, rompida. Traição incluiu medo, injustiça, tristeza imensa e vontade de morrer. É isso que eu sinto.

2 comentários:

  1. Superei uma traição a esse mesmo nível que a sua, mas nunca esqueci, parece uma pedra que fica no sapato... Assim como as perdas, ninguém está preparado para traições, penso eu.
    "Quero ser fiel a mim", já dizia Oscar Wilde.

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  2. A única coisa que pode e DEVE sentir é que se livrou de alguém ou algo que, SIMPLESMENTE, não a merece.... Por isso... Sorriso nos lábios e olhar para o belo e os que valem a pena...

    Bjs,

    Carli

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