terça-feira, 7 de maio de 2013







no fundo, somos todos descartáveis. ou quase todos.

9 comentários:

  1. Só para contrariar, sou tentado a concordar, ou quase concordar, mas afigura-se-me uma imagem que se completa numa simbiose ao serviço dos "belos serviços"!... As fraldas, por questões de higiene e conforto, são descartáveis e há muitas pessoas que são como as fraldas, outras pessoas são como a causa de serem descartáveis... por higiene e conforto!... Há uma grande confusão quando a incapacidade para saber qual é a fralda e qual é a origem que leva essa fralda a ser descartável; não deixa de ser normal encontrar por esse mundo fora quem se auto-descartasse, pelas razões naturais de uma infeliz incontinência e insensibilidade ao cheiro, caso contrário, evitaria desfazer-se em necessidades de crácter sólido e pouco agradável aos narizes apurados!...
    São boas fraldas e uma boa "porcaria", à espera de "porcaria" igual... assim, descartável!...

    Abraço

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  2. tristemente!!! a vida descarta todos nós para o outro mundo. não fica nenhum e nenhuma, visto desta perspectiva, onde não era a frase quase todos... mas apenas todos são descartáveis pela vida nesta terra...

    um beijo

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  3. É, talvez sejamos. Na medida que não precisamos do outro, ou o outro não precisa da gente, seja por qual motivo for, vamos descartando. Reciclando pessoas em nossas vidas.
    A imagem do banco me deu mesmo foi vontade de sentar e conversar.
    abraço

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  4. ALTO AÍ E PÁRA O BAILE.

    Não me considero minimamente descartável. Estarei, quiçá, no quase... mas até lá vai uma diferença abismal. Se a autora destas linhas assim se considera, talvez haja um problema de auto-estima, será?

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    1. Não!! Talvez seja um problema de prazo de validade! E vencimentos à parte do caráter. Ou à sombra de um interesse qualquer.

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    2. NEGATIVO! Prazo de validade está na cabeça de cada um, certo?

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    3. A frase, embora batida, surgiu da constatação do quanto estamos vulneráveis à demanda do outro que não se importa com a construção dos relacionamentos, e que, mediante qualquer dificuldade, opta pela exclusão dos chamados círculos sociais à conversa aberta e sincera... e aí o banco à disposição! Não seria melhor sentar e conversar, esclarecer dúvidas?! A isso nomeio de construção de relacionamento. Mas que, infelizmente, não é o quê acontece. Prevalece a porta trancada, e a chave jogada fora, a raiva, talvez, ou a mágoa, e pior, o completo desconhecimento. E todo um passado, de repente, se transforma num grande, num imenso nada... porque não valeu a pena. Um desperdício de tempo, de entrega e de vivências!

      Paciência!

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    4. Fico extremamente satisfeito por os meus comentarios gerarem discussão, participação, debate, quiçá, troca de ideias.

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  5. Já tive e fui lugares vazios na vida de muitos, sem fazer a menor diferença, com certeza.

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