segunda-feira, 15 de abril de 2013







Todas as palavras querem-se beijadas, e a língua, perdida no céu da boca sem saber quem é quem, quando provado o beijo. Querem-se férteis de fantasias e até que passe, que seja lenta e obscena a leitura de cada verso. Treme. Adiante. O êxtase arrepia a carne. Na fusão das estrofes, o ritmo dorme lado a lado, e agarrado, com a melodia até que a morte não os separe. E todo o FIM será sempre o recomeço de novo outro... Poema!

Um comentário:

  1. De novo outro...beijo
    Que dará inspiração a um outro...Poema

    Bjs,

    Carli

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