afasta-se lentamente da porta. os treze dígitos nela inscritos estremecem a intervalos escassos de profundo silêncio seguido de estrondos medonhos. hesita. melhor guardar os dedos e esperar que a voz espere o quê nasce do silêncio para além dos sons de uma guerra surda. ou de uma batalha anunciada como perdida. na bagagem, as asas. e sai quem ninguém a veja. a voz não é mais alternativa, à inocência mataram o verbo.
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