não saíra dela o poema, mas serena à paisagem dos dias de Primavera, atreve-se à colheita das flores e perfumes de cada verso do jardim. dele. lambe os lábios em seiva pura, e sopra-lhe ao ouvido um beijo úmido de carícia e poesia. inebriada pelo aroma, recolhe as folhas e as pétalas espalhadas pelo chão a duas estações, dela, transformando o chão árido num tapete macio e colorido, fértil de imaginação... e nem se dá conta das duas asas que lhe nascem.
Quando nos sentimos assim, a impressão que temos é que criamos asas, e poderemos voar pra onde quer que seja, em várias estacões e galáxias... dos sonhos!
ResponderExcluiraqui é outono e chove!
ResponderExcluirbela imagem.
beijo