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na maresia de um barco sem rima, em ritmo lento, mas de conhecido rumo, sonhava acordar palavras de jardins adormecidos ao escrever cartas de amigo. nunca lidas, não passavam de um monólogo. mesmo assim, validava os argumentos e insistia nas letras e nos sentimentos. [...] um dia, até o monólogo deixará de existir. nesse dia seu corpo será velado a sorrisos e banda de música. como todo corpo que parte tarde, será só dele a dor de chorar sua morte. para felicidade de todos.

Brindemos em contraponto à vida, pois é ela que até nos permite sermos infelizes!
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