há tempo que o verbo não se define nem pelo modo, nem pela forma. só a lua e o céu. completos, mesmo assim, só até o dia amanhecer. ou a tinta acabar. depois, no despertar do abandono e todos os desenganos, com os pronomes deitados à palma de minha mão e a desilusão posta à prova das linhas em branco, num último sussurrar de um aroma que o verbo não foi capaz de conjugar, escrevo-te adeus. não sem antes soprar-te aquele beijo, o do vento fazendo-te cócegas nos lábios.
"Cócegas nos lábios"... que imagem mais linda!!
ResponderExcluiro vento nunca diz adeus, volta quando fizer a voltar... é como um pássaro de asas, nunca para de voar.
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