segunda-feira, 12 de março de 2012

¬salvar como







se do medo a dor, maior da anestesia. aos dias e à vida. arrastam-se as palavras. encurralam-se pronomes e adjetivos, mas a vontade de superar-se precisa existir, nem que seja na folha de papel. no pinga soro das horas, contam-se os minutos finais para o tempo do verbo absorver a presença que é solidão e angústia. presente. do passado, nem a memória resistirá ao tempo. salvam-se os sorrisos recuperados no sono perdido, a acreditar em si mesma e a confiar no futuro um cenário que lhe trará uma nova vida. ainda que velha.

2 comentários:

  1. ...é a Vida!... Sempre na direcção do princípio das coisas!... As recordações vão sempre atrás... outras vão ficando para trás e, há outras ainda, que se perderam de vista, confundindo-se com o que se perdeu e o prenúncio do que se pensa ganhar nos futuros espaços do tempo!... Mas, ainda que fugaz, o Presente, ainda que possa não ser a melhor das dádivas, é o que mais próximo está, tanto dos desejos como das dúvidas que podem prevalecer sobre toda uma vida!... Ou partes dela!...



    Boa Semana


    Abraço

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  2. A vida é sempre nova, apesar de ser a mesma!
    A única constante... é a mudança.
    E como diz, e bem, salvam-se sempre os sorrisos recuperados... que esses são sempre novos!
    Um abraço

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