a vida em câmera lenta, o fogo cruzado, as palavras à flor da pele, uma escrita ao vento, um vocabulário estranho e deficiente. e nunca suficiente. as lágrimas a transbordar num futuro incerto, revirando alegrias e lamentos, sabendo que é do tempo, que não corre à medida da vontade, as respostas. a saudade doendo sílabas de contenção desastrosa. a impressão de que o coração nessas horas para de bater. mas não. ele continua lá. sístoles e diástoles travam uma guerra de foice pelo ritmo correto até se dar conta de que é apenas uma sobrevivente. nem mais.
Somos sempre sobreviventes!
ResponderExcluirÉ estranho... mas somos!
E por o sermos temos o dever de sorrir, pelo menos, para nós próprios!