a negligência dos travessões foge à regra da pontuação sem qualquer espécie de constrangimento. ou consciência. o enredo é senão um contorno pontiagudo na estrada que diz que a paciência deve ser mais forte que a própria força, mas não prova. porquês juntos e separados, acentuados ou não, em começos, entremeios e finais de frases não justificam a existência da folha que não teve a pretensão de ser escrita em alto-relevo. estou cansada demais para elaborar teses e travar monólogos que deixam mais espaços vazios a preencher a linha que se mostra como reta. há curvas sinuosas de eventos inesperados. e nem sempre importa quem é resgatado primeiro ou por último se o corpo estendido no chão não chegaria nunca ao seu destino. porque nunca houve um. ou dois. nem junto nem separado.
Nunca houve...nunca há...SÓ o que queremos...
ResponderExcluirBjs
Carli
Apesar da negligência que a foto demonstra o olhar não o foi, nem as palavras.
ResponderExcluirExcelente detalhe.
Beijos
Manu
"Eventos inesperados"... sempre! Ou não estivéssemos vivos e atentos!
ResponderExcluirE sempre tentamos descortinar na escrita dos outros o que gostaríamos que esse outro escrevesse.
Eventos inesperados... sempre!