sábado, 25 de fevereiro de 2012








a negligência dos travessões foge à regra da pontuação sem qualquer espécie de constrangimento. ou consciência. o enredo é senão um contorno pontiagudo na estrada que diz que a paciência deve ser mais forte que a própria força, mas não prova. porquês juntos e separados, acentuados ou não, em começos, entremeios e finais de frases não justificam a existência da folha que não teve a pretensão de ser escrita em alto-relevo. estou cansada demais para elaborar teses e travar monólogos que deixam mais espaços vazios a preencher a linha que se mostra como reta. há curvas sinuosas de eventos inesperados. e nem sempre importa quem é resgatado primeiro ou por último se o corpo estendido no chão não chegaria nunca ao seu destino. porque nunca houve um. ou dois. nem junto nem separado.

3 comentários:

  1. Nunca houve...nunca há...SÓ o que queremos...

    Bjs
    Carli

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  2. Apesar da negligência que a foto demonstra o olhar não o foi, nem as palavras.
    Excelente detalhe.

    Beijos
    Manu

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  3. "Eventos inesperados"... sempre! Ou não estivéssemos vivos e atentos!
    E sempre tentamos descortinar na escrita dos outros o que gostaríamos que esse outro escrevesse.
    Eventos inesperados... sempre!

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