terça-feira, 4 de outubro de 2011








do outro lado da margem, ou da ponte, uma consoante observa um papel de escrita colorida e letras miúdas, onde soadas carícias encantam a poesia intelectual de fundo enigmático. arte condensada em partituras indecifráveis sobre um chão de transparência melancólica, mas envolvente o bastante para encurtar a distância que existe entre linhas e entrelinhas paralelas e comunicar-se na linguagem do coração com a leitura desejada. desvelada a esfinge, escrita e leitura complementam-se e colhem estrelas no jardim do céu. a consoante, desperta da paisagem, agora sabe que é da alma o sabor a beijo. não da boca.

3 comentários:

  1. Perfeito Epee.
    É da alma mesmo, eu sei!

    Beijo-te

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  2. A utilização magnífica de uma paralinguagem que nos atrai e seduz... literalmente.

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