"Aquele outro que nos lê
lê-nos outro, e entre os dois,
não há antes nem depois.
Nem há dois, nem mesmo entre;
mas uma mágoa tão dada
que ler outro é a semente
de sermos só um na mágoa.
E na mágoa em que se lê
não há antes nem depois
mas um vagar sem os dois."
As palavras são sempre de quem as lê... e aí continuam solitárias!
ResponderExcluirali o mfc tem uma certa rezão, mas o poema tá giro e a fotografia tb
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