sexta-feira, 10 de junho de 2011

¬dez de junho de dois mil e nove









elegante e absoluto, o pronome escrevia à oração restritiva de liberdade e num instante perfumava a folha de serenidade. condicional, a oração respondia sem abreviação com sua linguagem boçal. nenhuma distinção era óbice aos sentimentos que cresciam da admiração pelo pronome. vértice. não escreviam poemas, mas subscreviam poesia. não faziam amor, mas não faziam guerra. nenhum pré conceito. de vez em quando faltava papel e sobrava pincel, mas nunca careciam de tinta. nascia o respeito. se prólogo, se epílogo, não se sabe. se cópia ou original, tampouco. a autenticidade prevalece. juntos, contam a história e fazem a história. e mais... no muito deles, a conta dela. que venham os verbos.

5 comentários:

  1. abro esta página e encontro um sorriso, em mim.
    hoje é dia de Portugal, por cá, de Camões e das comunidades, é feriado para nós...
    bom feriado, Epee.
    abraço do tamanho dos oceanos

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  2. A palavra escrita... talvez a maior homenagem que este 10 de Junho mereça assinalar!

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  3. Todas as Palavras se encontram quando se soltam!... O segredo está na liberdade com que se dedicam e a quem se dedicam, mesmo que não se conheça a mão que “embala o Berço”. A caneta pode estar carregada de chumbo e a carga pode esvoaçar palavras com sentido, ainda que estranho!... Continuam sendo Palavras soltas que se encontram nos cantinhos mais leves de qualquer peso, por mais esmagador que possa parecer. A leveza da pena é uma constante nas asas do voo… e a Palavra segue a leveza da Pena!... Não dessa “pena” de derramar lágrimas como quem se derrama a si própria; apesar de tudo a palavra, por mais leve que seja, pode ser assumida com o peso maior, pela importância que possa ter ou influência que possa provocar!...
    Há palavras surpreendentes!... Como essa, do TEMPO, das marcas que passam e nos marcam por tudo que fica!... Por tudo que não passa!... E o TEMPO, sempre presente, escasso, mas, ainda mais parco, quando a avidez se sobrepõe ao que o Destino reserva!... São coisas do TEMPO, coisas da VIDA!...
    Permanecendo entre as pernas do tempo, como se a fecundação da espera pudesse dar à luz o desejo satisfeito do tempo que não se pode ter!... O prazer de ver o tempo passar e sentir que um pedaço desse tempo também pode ficar entre abraços tão longínquos quanto abrangentes… no Tempo!...

    Bom fim de semana


    A.braço

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  4. Epee!

    Admirar
    Afeiçoar
    Abraçar

    Beijar
    o teu rosto

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  5. ah...venham os verbos nos prólogos suspensos nos preliminares da acção agora presente e indicativa de (um) ser...


    :)

    Um Beijinho
    da
    Assiria

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