e uma vírgula é fatal como ponto final, um ponto de exclamação à paisagem e outro de interrogação à linguagem que não desabrocha o verso de amor na oração.
não sei se as virgulas e os pontos finais são fatais, mas se existe ''ressurreição'' segundo os entendidos, então tudo é passagem sem exclamação ou interrogação.
mas, verdade, seja dita: «nem tudo é oração, e nem todo o sinal da cruz serve para alguma coisa!» no entanto, da fotografia, só a imensidão desse azul que toca azul (um é sentido, real e, o outro não sentido, apenas visto e irreal) parece a razão de tudo fazer sentido!!!
onde estão esses cactos?? vejo que a flor já brotou!!
São tantos os sinais que não nos podemos prender se são, ou não fatais... todos o podem ser à sua maneira... e, nem sempre o amor desabrocha na oração... antes deixa uma interrogação...
Pois é... “não ser” e do “ser” do sujeito lírico d’uma virgula fatal aposta à língua(gem)da estrofe... primeiro, há, que por ordem, vírgula, dois pontos e ponto final; ...agora sim. Que desabroche a paisagem!...
Gosto da reflexão… de três pontos ao dispor dos pontos sensatos!... A hesitação de uma vírgula e a mudança suave da mesma, que pode culminar em qualquer outro ponto!... As interrogações reticentes e a admiração pelo verso… pelo Poema já construído na inconsciência do esforço e preocupação de não o saber!!!!!... Reticente, sabe que o conseguiu, ainda que… reticente, como se não lhe fosse ainda possível fazer… depois de o ter feito!...
Há virgulas fatais, mais que alguns pontos finais...
ResponderExcluir:**
não sei se as virgulas e os pontos finais são fatais, mas se existe ''ressurreição'' segundo os entendidos, então tudo é passagem sem exclamação ou interrogação.
ResponderExcluirmas, verdade, seja dita: «nem tudo é oração, e nem todo o sinal da cruz serve para alguma coisa!» no entanto, da fotografia, só a imensidão desse azul que toca azul (um é sentido, real e, o outro não sentido, apenas visto e irreal) parece a razão de tudo fazer sentido!!!
onde estão esses cactos?? vejo que a flor já brotou!!
bjú
Mas por vezes é um "sinal" que dá começo a tudo...
ResponderExcluirE há pontos finais, que nunca coloca o fim, é sempre reticências, e interrogações...
ResponderExcluirBela imagem.
Eu prefiro o ponto de exclamação para demosntrar toda a admiração por esta paisagem captada com alma.
ResponderExcluirBeijos
Manu
São tantos os sinais que não nos podemos prender se são, ou não fatais... todos o podem ser à sua maneira... e, nem sempre o amor desabrocha na oração... antes deixa uma interrogação...
ResponderExcluirBeijinhos
Pois é... “não ser” e do “ser” do sujeito lírico d’uma virgula fatal aposta à língua(gem)da estrofe... primeiro, há, que por ordem, vírgula, dois pontos e ponto final; ...agora sim. Que desabroche a paisagem!...
ResponderExcluirUm Beijinho
da
Assiria
ah...e deixo-lhe um sorriso "Meu"
Gosto da reflexão… de três pontos ao dispor dos pontos sensatos!... A hesitação de uma vírgula e a mudança suave da mesma, que pode culminar em qualquer outro ponto!... As interrogações reticentes e a admiração pelo verso… pelo Poema já construído na inconsciência do esforço e preocupação de não o saber!!!!!... Reticente, sabe que o conseguiu, ainda que… reticente, como se não lhe fosse ainda possível fazer… depois de o ter feito!...
ResponderExcluirBoa semana
A.braço
Dá realmente vontade de benzer e atirar água benta nesta altura de quaresma, mas prefiro a primavera e o desabrochar do amor. Beijinhos ;)
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