sujeito do tempo, seu modo era a oração principal no verberar sobre a iludida vida. paixão à primeira vista. trazia nas mãos paráfrases e alvorecendo noites no travessão, incendiava de reticências a realidade dos sonhos que nem dormiam, nem acordavam. a desinência amortecia a incerteza e incitava a nobreza da reverência. um acento diferencial e nascia o amor à segunda vista. diferenciado.
amor a segunda vista é mais perigoso...
ResponderExcluir...as noites de travessão têm por tendência a um mar imenso de reticências...
ResponderExcluirUm beijinho
da
Blimunda
...da diferença reside a incerteza iludida da paixão..
ResponderExcluirSorrio-lhe...
Um beijinho
da
Assiria
A palavra seduz-me mas sou irremediavelmente levada pela imagem que me leva a prazeres gustativos inesquecíveis.
ResponderExcluirBeijo de Lisboa.
Isabel
nossa... aí está uma coisa pelo qual sou obcecada!! e sei fazer, aprendi em tempos com uma amiga japonesa!!
ResponderExcluiradoro maki misto... eu gosto de tudo!! como duas vezes por semana!!
...à razão a paixão... o amor alimentado por uma e outra sem as quais não pode ser equilibrado, caso contrário corre o sério risco de deixar de o ser...
ResponderExcluirQue imagem esta...
Beijinhos
... o grande amor nasce sempre à segunda vista. ou à terceira.
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