nem parênteses quadrados. nem aspas. nem um verbo pródigo da língua materna. talvez um travessão numa linguagem de códigos. talvez um hífen a separar-me de mim. ou um asterisco que sela com beijos de amor a carta que não sei escrever. ou um dos muitos hiatos com que lambo-te as cicatrizes que fazem-me sangrar lágrimas para cuspi-las no sudário de teus versos. paradoxos meus. tão incerta é a linguagem que separa-nos. tão certos os corpos estendidos no chão da minha mão, quanto os passos de ti nos caminhos meus.

Lindo e sempre profundos teus versos!Linda imagem escolhida, um belo caminho...beijos,chica
ResponderExcluirHifens, parentesis e reticências, são eles que vão sinalizando as nossas existências .
ResponderExcluirMuito bom. Abraço.
ResponderExcluirPesado, mas lindo. Adorei também a imagem.
ResponderExcluirBjux
Epee, amiga!
ResponderExcluirEnigmático texto poético, mas que deixa contudo um sabor agridoce a dor? a cura?....
Beijinho
Ná
Complexo como aquilo que só nós entendemos.
ResponderExcluirMuito bom o seu blog. Cheguei aqui pelo blog da "C".
Abraços,
O que você escreveu me chega forte, muito forte.
ResponderExcluirMe lembrou quando valorizamos muito uma pessoa, quando gostamos demais, e não somos correspondidos.
Entenda, não que você tenha escrito isso, eu que senti.
abraço