em Jorge, que é o são do dia, liquidifico pronomes oblíquos na ilusão do anonimato e assino a petição com meu nome próprio de ti. no dragão, que pouco sei da história e no Guerreiro que te veste a [a]rmadura, te oro o Pai do 'pão nosso de cada dia' e dispenso a bênção da manteiga que reside na tentação... já não me lembro [de mim] e não me esqueço [de ti]... já nem conto os dias, nem os passos sem ti... tua espada é tinta usada em tuas palavras... feito razão... feito pássaro [de mim] e só então... passareio em ti.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
¬são[me]
em Jorge, que é o são do dia, liquidifico pronomes oblíquos na ilusão do anonimato e assino a petição com meu nome próprio de ti. no dragão, que pouco sei da história e no Guerreiro que te veste a [a]rmadura, te oro o Pai do 'pão nosso de cada dia' e dispenso a bênção da manteiga que reside na tentação... já não me lembro [de mim] e não me esqueço [de ti]... já nem conto os dias, nem os passos sem ti... tua espada é tinta usada em tuas palavras... feito razão... feito pássaro [de mim] e só então... passareio em ti.
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diz ele: resolvi te lembrar quantas vezes, eu tenha vontade sem nada perder... vocês brasileiros, falam sentimento como ninguém.
ResponderExcluirescreve Epee, as tuas palavras são mais do que imagens.
bom fim de semana