terça-feira, 4 de fevereiro de 2014









há palavras gastas em todas as minhas folhas... letras, parágrafos e sinais engolidos pelo tempo... e três dúzias de histórias e um conto morrendo de sede.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

domingo, 2 de fevereiro de 2014







e todas as palavras morrem no desejo de renascer na tua língua...

sábado, 1 de fevereiro de 2014






e de diferente teria todas as palavras à disposição dos versos... da poesia. e da luz. só para merecer um carinho...

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014







quando falta luz aos olhos, até o flash é cego.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

terça-feira, 7 de janeiro de 2014







a chave a abrir o cheiro da casa. a melodia. preparar a linha. apontar o lápis. os pontos. as letras. arrumar os acentos. combinar os segredos e escrever. perfumar a folha. as mãos em oração. a lua como cúmplice. a varanda. e o céu. o coração na ponta dos dedos. e a pele despida no frescor das reticências a sorrir com a noite. e o dia, que não luz. ou diálogo. monólogo. e silêncio. vazio. e a certeza de que a tinta é abandono. e ilusão.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014








apressava os passos, ajeitava os fones, fechava os olhos, abria as asas e voava... e sete anos depois, não saber o que fazer com as asas... e com a paisagem.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

¬






[ft net]

eu acredito na metáfora. na luz. e na poesia. e acredito no Amor.

domingo, 27 de outubro de 2013

quinta-feira, 24 de outubro de 2013






[ft celular]
uma vezes flor, outras vezes sombra... nunca luz num Poema.





[ft celular]

minhas cicatrizes me definem. a cor do sangue, e o dissabor da minha pele, também.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013







às vezes perco o rumo. ou a direção. também o foco. no estacionamento nunca sei onde está o carro, e faço do alarme um sinal de alerta e lembrança. outras vezes troco o veículo, o que já me rendeu umas situações bem constrangedoras, e vergonhosas. passo pela rodovia tão distraída que me esqueço do trajeto. com o tempo me acostumei à minha falta de direção. ou atenção. um instante antes de tomar o caminho errado, embora tarde para refazer o percurso, previsto com atraso, corrijo o trajeto com habilidade. e chego à conclusão de que o caminho mais longo é o meu caminho.

terça-feira, 8 de outubro de 2013







a folha fez-se crua. de perto a linha é seminua, e todos os sinais reticências em ponto de fuga.






voa comigo num sonho meu. abraça com ternura minhas asas como um corpo, e transpira pelo desejo de que seja teu o meu voo.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013







 entre uma ferida e outra, a brisa que me faz suspirar...