quinta-feira, 24 de outubro de 2013






[ft celular]
uma vezes flor, outras vezes sombra... nunca luz num Poema.





[ft celular]

minhas cicatrizes me definem. a cor do sangue, e o dissabor da minha pele, também.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013







às vezes perco o rumo. ou a direção. também o foco. no estacionamento nunca sei onde está o carro, e faço do alarme um sinal de alerta e lembrança. outras vezes troco o veículo, o que já me rendeu umas situações bem constrangedoras, e vergonhosas. passo pela rodovia tão distraída que me esqueço do trajeto. com o tempo me acostumei à minha falta de direção. ou atenção. um instante antes de tomar o caminho errado, embora tarde para refazer o percurso, previsto com atraso, corrijo o trajeto com habilidade. e chego à conclusão de que o caminho mais longo é o meu caminho.

terça-feira, 8 de outubro de 2013







a folha fez-se crua. de perto a linha é seminua, e todos os sinais reticências em ponto de fuga.






voa comigo num sonho meu. abraça com ternura minhas asas como um corpo, e transpira pelo desejo de que seja teu o meu voo.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013







 entre uma ferida e outra, a brisa que me faz suspirar...

quinta-feira, 3 de outubro de 2013







de todas as palavras resguardo o verbo. o instante em que o tempo não importa. nem o lugar. só o modo. ou a sua intensidade.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013







o tempo no corpo passou a ser uma vergonha. o corpo virou suporte de exercício e poder. exclusão social é a pele. e a ruga. novos tempos?!

terça-feira, 1 de outubro de 2013







primaveras mortas. secas e duras. e promessas de cura com juras de asas tortas.

domingo, 15 de setembro de 2013

¬







o tempo é fita de cetim... cor de sangue. e língua aflita em idioma de latim.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

terça-feira, 3 de setembro de 2013







não espero o alfabeto. só às vezes. pequenas palavras, talvez, numa carta de inverno que me lembre da primavera. tão pouco. mas tanto.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013







nem se adivinha seu dia nem sua hora. falo sobre essa falta, ou esse vazio, que nem ímpar nem par, solitário. e tudo corrói.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013







“no meio caminho tinha...” uma mão... ou duas. ou muitas. ou todas. ou nenhuma.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013







não há habilidade. nem inspiração. muito menos talento. há humanidade devastadoramente simples com fraquezas por confessar. há lápis, folhas, e muita imaginação sem palco. ou plateia.