segunda-feira, 7 de outubro de 2013







 entre uma ferida e outra, a brisa que me faz suspirar...

quinta-feira, 3 de outubro de 2013







de todas as palavras resguardo o verbo. o instante em que o tempo não importa. nem o lugar. só o modo. ou a sua intensidade.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013







o tempo no corpo passou a ser uma vergonha. o corpo virou suporte de exercício e poder. exclusão social é a pele. e a ruga. novos tempos?!

terça-feira, 1 de outubro de 2013







primaveras mortas. secas e duras. e promessas de cura com juras de asas tortas.

domingo, 15 de setembro de 2013

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o tempo é fita de cetim... cor de sangue. e língua aflita em idioma de latim.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

terça-feira, 3 de setembro de 2013







não espero o alfabeto. só às vezes. pequenas palavras, talvez, numa carta de inverno que me lembre da primavera. tão pouco. mas tanto.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013







nem se adivinha seu dia nem sua hora. falo sobre essa falta, ou esse vazio, que nem ímpar nem par, solitário. e tudo corrói.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013







“no meio caminho tinha...” uma mão... ou duas. ou muitas. ou todas. ou nenhuma.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013







não há habilidade. nem inspiração. muito menos talento. há humanidade devastadoramente simples com fraquezas por confessar. há lápis, folhas, e muita imaginação sem palco. ou plateia.





sexta-feira, 16 de agosto de 2013

quarta-feira, 14 de agosto de 2013






e nunca mais deixou de ser inverno.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013







                        e o outono nunca mais que acaba


e a primavera nunca mais que chega.

sábado, 10 de agosto de 2013







atravesso a parede dos olhos e já entro no âmago familiarizada com um estilo, que na humildade descubro, e com a clareza de um raciocínio, para além de uma especulação. é como abrir uma mesma janela todos os dias e me deparar com uma nova paisagem de cada vez. e aprendo, segurando o mistério, que as revelações fáceis são a ruína. conduzir, e me permitir ser conduzida no alento que o outro demanda, é puro deleite, por ser exercício da alma, e da pele. e por essas impressões, enriqueço.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013







reaprendendo a tecer um caminho dourado para adormecer os passos...

terça-feira, 6 de agosto de 2013







e então, que de repente, na leveza do meu corpo, me descubro serena, quando entro distraidamente na janela dos seus sonhos e voo ao teu encontro.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013






a vida sorri... e eu, eu lhe devolvo o sorriso.