terça-feira, 16 de julho de 2013






um instante de fonte para ser pouco mais que sede... ou muito.

sábado, 13 de julho de 2013







no caminho das flores trago teu Abraço no meu perfume.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

segunda-feira, 8 de julho de 2013

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serena é a distância da asa que é voo, ou verbo, a circunscrever os passos pelo chão, nos pequenos gestos que são nascentes. ou pontes entre as margens onde recolho convicções no fenecer das incertezas.

domingo, 7 de julho de 2013

sexta-feira, 5 de julho de 2013

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[foto net]
uma imagem para ser muito mais que retrato, ou quadro. melodia. um instante depois, acordo, respiro, sinto, e amo. estou viva.

uma asa [só] não faz voo






[foto net]

quarta-feira, 3 de julho de 2013

¬de mim para mim mesma







Não vês que não há mais perfume que te vaza. A florescência é vã. Nada progrediu em teu coração... é como um carvalho bruto que cheirava o belo... com o passar dos anos estás em pedaços invisíveis e deles se fizeram uma bela mesa de prazer. Com seu lustro mais intenso, falso, invejável igual a de uma barata... se eu indagar algo a você seria como esmagá-la. Apareceria a verdade cruel que escondes... o líquido grosso e asqueroso de sua alma... toda a merda que és. 

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[foto celular]

um círculo de circunferência iluminada pelo sonho de dormir acordado, três pontinhos e muitas exclamações... e o Poema d'Alma tem lugar de destaque nas minhas linhas. no movimento, pela sensível diferença, de transformar afetos em Poesia.

terça-feira, 2 de julho de 2013

sábado, 29 de junho de 2013







palavras... tem quem as merecem.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

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[...] A arte como reflexo de sua essência, não importa onde ilumina, ou quem beneficia, ou mesmo se alguém é beneficiado, ou prejudicado. A realidade tem caráter de acontecimento, e, às vezes, na leitura dos versos, quando iluminada, uma tortura! E numa Primavera tardia, em pleno Verão, o Bolbo e a Leitura florescem no Inverno. Frio. E indiferente. Mas nunca à Poesia da alma, d’Alma. Essa, eterna desconhecida dessa sua leitora. Analfabeta.

quinta-feira, 27 de junho de 2013







nas folhas me refugiarei até que a tua luz me desperte.






entre mim e a paisagem, a margem. seus estreitos e uma ponte. à parte, toda a viagem da pele, dos abraços e dos perfumes... que só a mim pertence.

terça-feira, 25 de junho de 2013

segunda-feira, 24 de junho de 2013












[tenho a carne aberta quando é dela os versos dele]

domingo, 23 de junho de 2013







quando todas as palavras são suicidas.





[...] Poucas vezes me senti traída, e se sentir traída é bem diferente de ser, de fato, traída. Não coleciono traições, e da última vez que experimentei essa sensação doeu tanto, mas tanto, que até hoje evito o tema só para não ter de reviver aquela dor. Como se fosse possível. E por que escolho a traição para nomear o sentimento que me domina? Porque não encontro outra tradução para uma relação de fidelidade que foi, unilateralmente, rompida. Traição incluiu medo, injustiça, tristeza imensa e vontade de morrer. É isso que eu sinto.