sábado, 13 de julho de 2013
sexta-feira, 12 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
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serena é a distância da asa que é voo, ou verbo, a circunscrever os passos pelo chão, nos pequenos gestos que são nascentes. ou pontes entre as margens onde recolho convicções no fenecer das incertezas.
domingo, 7 de julho de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
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[foto net]
uma imagem para ser muito mais que retrato, ou quadro. melodia. um instante depois, acordo, respiro, sinto, e amo. estou viva.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
¬de mim para mim mesma
“Não vês que não há mais perfume que te vaza. A florescência é vã. Nada progrediu em teu coração... é como um carvalho bruto que cheirava o belo... com o passar dos anos estás em pedaços invisíveis e deles se fizeram uma bela mesa de prazer. Com seu lustro mais intenso, falso, invejável igual a de uma barata... se eu indagar algo a você seria como esmagá-la. Apareceria a verdade cruel que escondes... o líquido grosso e asqueroso de sua alma... toda a merda que és.”
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[foto celular]
um círculo de circunferência iluminada pelo sonho de dormir acordado, três pontinhos e muitas exclamações... e o Poema d'Alma tem lugar de destaque nas minhas linhas. no movimento, pela sensível diferença, de transformar afetos em Poesia.
terça-feira, 2 de julho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
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[...] A arte como reflexo de sua essência, não importa onde ilumina, ou quem beneficia, ou mesmo se alguém é beneficiado, ou prejudicado. A realidade tem caráter de acontecimento, e, às vezes, na leitura dos versos, quando iluminada, uma tortura! E numa Primavera tardia, em pleno Verão, o “Bolbo e a Leitura” florescem no Inverno. Frio. E indiferente. Mas nunca à Poesia da alma, d’Alma. Essa, eterna desconhecida dessa sua leitora. Analfabeta.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
terça-feira, 25 de junho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
[...] Poucas vezes me senti traída, e se sentir traída é bem diferente de ser, de fato, traída. Não coleciono traições, e da última vez que experimentei essa sensação doeu tanto, mas tanto, que até hoje evito o tema só para não ter de reviver aquela dor. Como se fosse possível. E por que escolho a traição para nomear o sentimento que me domina? Porque não encontro outra tradução para uma relação de fidelidade que foi, unilateralmente, rompida. Traição incluiu medo, injustiça, tristeza imensa e vontade de morrer. É isso que eu sinto.
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