sábado, 29 de junho de 2013







palavras... tem quem as merecem.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

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[...] A arte como reflexo de sua essência, não importa onde ilumina, ou quem beneficia, ou mesmo se alguém é beneficiado, ou prejudicado. A realidade tem caráter de acontecimento, e, às vezes, na leitura dos versos, quando iluminada, uma tortura! E numa Primavera tardia, em pleno Verão, o Bolbo e a Leitura florescem no Inverno. Frio. E indiferente. Mas nunca à Poesia da alma, d’Alma. Essa, eterna desconhecida dessa sua leitora. Analfabeta.

quinta-feira, 27 de junho de 2013







nas folhas me refugiarei até que a tua luz me desperte.






entre mim e a paisagem, a margem. seus estreitos e uma ponte. à parte, toda a viagem da pele, dos abraços e dos perfumes... que só a mim pertence.

terça-feira, 25 de junho de 2013

segunda-feira, 24 de junho de 2013












[tenho a carne aberta quando é dela os versos dele]

domingo, 23 de junho de 2013







quando todas as palavras são suicidas.





[...] Poucas vezes me senti traída, e se sentir traída é bem diferente de ser, de fato, traída. Não coleciono traições, e da última vez que experimentei essa sensação doeu tanto, mas tanto, que até hoje evito o tema só para não ter de reviver aquela dor. Como se fosse possível. E por que escolho a traição para nomear o sentimento que me domina? Porque não encontro outra tradução para uma relação de fidelidade que foi, unilateralmente, rompida. Traição incluiu medo, injustiça, tristeza imensa e vontade de morrer. É isso que eu sinto.

quarta-feira, 19 de junho de 2013







e não sabia se eram as folhas que caíam no chão, ou se era o chão que se levantava para acolher as folhas.

segunda-feira, 17 de junho de 2013







é meu o verbo aberto à espera de um verso teu.






aguardo a Primavera... ela chegará.

terça-feira, 11 de junho de 2013

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que eu não perca nunca a aventura que é comentar um poema d’Alma. e que a poesia, esteja sempre, não ao meu lado, mas como uma paisagem à minha frente, e que eu consiga admirá-la com surpresa e ao mesmo tempo com encantamento. seremos assim, na palavra, nas muitas palavras, eu e meus comentários, como pele e tato, e que existem só pelo toque, num desejo que se converte na expressão do sentimento, porque aprendeu a escutar amorosamente os versos da Alma.











e a folha mais verde tinha cor de asa... paixão.

segunda-feira, 10 de junho de 2013












dez de junho... quatro contas. quatro vezes dez sem contas.

domingo, 9 de junho de 2013

sábado, 8 de junho de 2013

sexta-feira, 7 de junho de 2013