quinta-feira, 6 de junho de 2013







a paisagem privilegiada reflete a luz... pode-se entrar ferida, mas a visão é abençoada.

terça-feira, 4 de junho de 2013







o céu, que para uns é sonho, ou utopia... para outros é chão... de asas.

quinta-feira, 30 de maio de 2013







quando o amor amanhece... e floresce.

quarta-feira, 29 de maio de 2013







e muitos são os que desconhecem sua verdadeira essência. escolhera das cores, as mais sóbrias, das fragrâncias, as mais frescas. anônima, em sua transparência, finge ter nas mãos o controle de uma situação. ou muitas. no ranger dos ossos, a insônia em dias de lembranças amargas. pudessem vê-la seria lua... ou fruta madura em tempo de colheita. e salve a imaginação.

terça-feira, 28 de maio de 2013







algures, no tempo das janelas, havia paixão no cair das folhas.






e quantas vezes não teve vontade de dizer que não era ela que não tinha nada de interessante, ou novo, era ele que nunca abria os olhos para enxergar além daquilo que construiu ser possível para ela. um mundo dela, mas mais dele do que dela, porque era na visão dele, e não na dela, que ele a via.

segunda-feira, 27 de maio de 2013







há lágrimas que não escorrem pelos olhos... ensaiam, mas só salivam.

domingo, 26 de maio de 2013

¬elas












a indiferença não mata, mas abre feridas imensas...

sexta-feira, 24 de maio de 2013







e mesmo se não existir, independente de uma visão, a imaginação tem o poder de recriá-la, e moldá-la, ao seu estilo de vida.

quinta-feira, 23 de maio de 2013







a janela dos meus dias.

terça-feira, 21 de maio de 2013












faço-me menor, e entrego-me à intensidade de uma escrita de conteúdo paralelo, ignoro a pontuação e agarro com as mãos a visibilidade com que me apago de cada verso dele.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

domingo, 19 de maio de 2013








os pedaços de epee...  minhas frases incompletas, ou recheadas de reticências são histórias que muitos não alcançam. folhas por aí espalhadas em notas apressadas ou em itens gravados no celular. se perco tempo, ou se o encontro, é porque preciso sentir a minha própria pele. e me questiono se fazem sentido, ou se alguém os encontrará para além de mim. desconheço o movimento pela inspiração. existe a necessidade, mais fisiológica que qualquer outra coisa. escrever é como comer, beber e respirar. e tão diferente de ler. ou de escrever movida por uma leitura. e tão menor. aquilo que tem uma enorme dificuldade para ser expressado, de repente na leitura do outro ganha asas, e são imensos os sentires de força que me fazem voar. às vezes penso que é um castigo. ou uma maldição. mas quando me vejo ali tão sensível à arte de alguém, e descubro que não existe aventura maior que a paisagem que aquele outro me oferece, só então compreendo que há palavras de dentro que não precisam sair para existir, e paro de brigar comigo mesma.






vo-arTe

sábado, 18 de maio de 2013







um sopro... e tudo acontece.

sexta-feira, 17 de maio de 2013







saudade de viajar no imaginário dos meus dias...