segunda-feira, 27 de maio de 2013







há lágrimas que não escorrem pelos olhos... ensaiam, mas só salivam.

domingo, 26 de maio de 2013

¬elas












a indiferença não mata, mas abre feridas imensas...

sexta-feira, 24 de maio de 2013







e mesmo se não existir, independente de uma visão, a imaginação tem o poder de recriá-la, e moldá-la, ao seu estilo de vida.

quinta-feira, 23 de maio de 2013







a janela dos meus dias.

terça-feira, 21 de maio de 2013












faço-me menor, e entrego-me à intensidade de uma escrita de conteúdo paralelo, ignoro a pontuação e agarro com as mãos a visibilidade com que me apago de cada verso dele.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

domingo, 19 de maio de 2013








os pedaços de epee...  minhas frases incompletas, ou recheadas de reticências são histórias que muitos não alcançam. folhas por aí espalhadas em notas apressadas ou em itens gravados no celular. se perco tempo, ou se o encontro, é porque preciso sentir a minha própria pele. e me questiono se fazem sentido, ou se alguém os encontrará para além de mim. desconheço o movimento pela inspiração. existe a necessidade, mais fisiológica que qualquer outra coisa. escrever é como comer, beber e respirar. e tão diferente de ler. ou de escrever movida por uma leitura. e tão menor. aquilo que tem uma enorme dificuldade para ser expressado, de repente na leitura do outro ganha asas, e são imensos os sentires de força que me fazem voar. às vezes penso que é um castigo. ou uma maldição. mas quando me vejo ali tão sensível à arte de alguém, e descubro que não existe aventura maior que a paisagem que aquele outro me oferece, só então compreendo que há palavras de dentro que não precisam sair para existir, e paro de brigar comigo mesma.






vo-arTe

sábado, 18 de maio de 2013







um sopro... e tudo acontece.

sexta-feira, 17 de maio de 2013







saudade de viajar no imaginário dos meus dias...

terça-feira, 14 de maio de 2013








fruto da impossibilidade de estar em vários lugares ao mesmo tempo, e longe do uniforme que perde para a pureza do branco, sei que lá fora sempre me escapa alguma coisa.

domingo, 12 de maio de 2013








e Deus criou as Mães... as de verdade, e as de mentira. as de pele, e as de pele e de carne e osso. as feias e as bonitas. as jovens e as não tão jovens. até as bem mais velhas. as de barriga, e as de coração. e as de barriga e de coração. e com embalagem e conteúdo, as fez Presentes.

sábado, 11 de maio de 2013







não é fácil amar o desconhecido, o pobre, o feio, o sujo, o mal perfumado... o miserável! o doente, o frio ou o insensível, o indiferente e o diferente. o amargo. o excluído. e o vencido. mas é possível.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

terça-feira, 7 de maio de 2013







no fundo, somos todos descartáveis. ou quase todos.






no refúgio dos parênteses...

domingo, 5 de maio de 2013







a cada percurso, uma velha nova folha...