sexta-feira, 17 de maio de 2013







saudade de viajar no imaginário dos meus dias...

terça-feira, 14 de maio de 2013








fruto da impossibilidade de estar em vários lugares ao mesmo tempo, e longe do uniforme que perde para a pureza do branco, sei que lá fora sempre me escapa alguma coisa.

domingo, 12 de maio de 2013








e Deus criou as Mães... as de verdade, e as de mentira. as de pele, e as de pele e de carne e osso. as feias e as bonitas. as jovens e as não tão jovens. até as bem mais velhas. as de barriga, e as de coração. e as de barriga e de coração. e com embalagem e conteúdo, as fez Presentes.

sábado, 11 de maio de 2013







não é fácil amar o desconhecido, o pobre, o feio, o sujo, o mal perfumado... o miserável! o doente, o frio ou o insensível, o indiferente e o diferente. o amargo. o excluído. e o vencido. mas é possível.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

terça-feira, 7 de maio de 2013







no fundo, somos todos descartáveis. ou quase todos.






no refúgio dos parênteses...

domingo, 5 de maio de 2013







a cada percurso, uma velha nova folha...

sexta-feira, 26 de abril de 2013

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[foto net]

quando paira o amor na emoção dos versos do Poeta, e o coração extravasa paixão fluindo sensações inexplicáveis, arrepiando a alma e provocando a insanidade parece tocar o céu... como se a serenidade fosse logo ali, do outro lado da página... no avesso, ou no diVerso... a vida descansa.

segunda-feira, 22 de abril de 2013







fecho os olhos, encosto o ouvido aos sonhos, e sigo com os pássaros.

domingo, 21 de abril de 2013







[foto net]
não tarda a fechar, a ferida cicatriza. pode demorar, mas um dia há de fechar. e a pele, em alto-relevo, terá apenas mais uma marca. entre tantas. como todas as outras feridas. cicatrizadas.

sábado, 20 de abril de 2013








abraça os passos pela casa na soberana serenidade da madrugada. de vez em quando visita páginas da saudade em busca dos versos que representam os sentires da vida e envolve-se de tal maneira que tudo ao seu entorno passa despercebido. subitamente um pássaro quebra a nostalgia de suas memórias, o bater d’asas é tão perturbador quanto seria tê-lo nas mãos, acariciando-o como se acaricia um instante em fuga. fecha os olhos, e em sonho, se empresta inteira ao voo com ele...

quinta-feira, 18 de abril de 2013







o relógio esquecido da corda, o tempo a fugir sem pressa, no capítulo final atravesso o sombrio abismo, e sem demora, direi: passou.

segunda-feira, 15 de abril de 2013







Todas as palavras querem-se beijadas, e a língua, perdida no céu da boca sem saber quem é quem, quando provado o beijo. Querem-se férteis de fantasias e até que passe, que seja lenta e obscena a leitura de cada verso. Treme. Adiante. O êxtase arrepia a carne. Na fusão das estrofes, o ritmo dorme lado a lado, e agarrado, com a melodia até que a morte não os separe. E todo o FIM será sempre o recomeço de novo outro... Poema!

domingo, 14 de abril de 2013

sábado, 13 de abril de 2013







desligaram as luzes do tablado, atores e atrizes desfazem-se e vão chorar lágrimas de verdade sobre as máscaras da memória que o vento levou. fora do palco, o cenário é outro.





sexta-feira, 12 de abril de 2013







falta um corpo. ou dois. um abraço. um sorriso. às vezes também falta um beijo... e uma língua. e sempre faltam outras mãos dentro das mãos... mas vivo sem. há dias... que não.







afasta-se lentamente da porta. os treze dígitos nela inscritos estremecem a intervalos escassos de profundo silêncio seguido de estrondos medonhos. hesita. melhor guardar os dedos e esperar que a voz espere o quê nasce do silêncio para além dos sons de uma guerra surda. ou de uma batalha anunciada como perdida. na bagagem, as asas. e sai quem ninguém a veja. a voz não é mais alternativa, à inocência mataram o verbo.

quarta-feira, 10 de abril de 2013







que a poesia se apresente como uma paisagem à minha frente, e que meu olhar seja tanto de admiração quanto de espanto.