saudade de viajar no imaginário dos meus dias...
sexta-feira, 17 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
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[foto net]
quando paira o amor na emoção dos versos do Poeta, e o coração extravasa paixão fluindo sensações inexplicáveis, arrepiando a alma e provocando a insanidade parece tocar o céu... como se a serenidade fosse logo ali, do outro lado da página... no avesso, ou no diVerso... a vida descansa.
domingo, 21 de abril de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
abraça os passos pela casa na soberana serenidade da madrugada. de vez em quando visita páginas da saudade em busca dos versos que representam os sentires da vida e envolve-se de tal maneira que tudo ao seu entorno passa despercebido. subitamente um pássaro quebra a nostalgia de suas memórias, o bater d’asas é tão perturbador quanto seria tê-lo nas mãos, acariciando-o como se acaricia um instante em fuga. fecha os olhos, e em sonho, se empresta inteira ao voo com ele...
quinta-feira, 18 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Todas as palavras querem-se beijadas, e a língua, perdida no céu da boca sem saber quem é quem, quando provado o beijo. Querem-se férteis de fantasias e até que passe, que seja lenta e obscena a leitura de cada verso. Treme. Adiante. O êxtase arrepia a carne. Na fusão das estrofes, o ritmo dorme lado a lado, e agarrado, com a melodia até que a morte não os separe. E todo o FIM será sempre o recomeço de novo outro... Poema!
domingo, 14 de abril de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
afasta-se lentamente da porta. os treze dígitos nela inscritos estremecem a intervalos escassos de profundo silêncio seguido de estrondos medonhos. hesita. melhor guardar os dedos e esperar que a voz espere o quê nasce do silêncio para além dos sons de uma guerra surda. ou de uma batalha anunciada como perdida. na bagagem, as asas. e sai quem ninguém a veja. a voz não é mais alternativa, à inocência mataram o verbo.
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