Porque o mundo é dos mais fortes, dos mais inteligentes e dos intelectuais. Não há mérito algum em ser honesto e não se vincular à hipocrisia. O que importa é o perfume dos verbos cheirando à lavanda fresca e a linguagem que vai nascer poema para renascer em poesia. Analfabetos, ou quase isso, que resumam-se às suas insignificâncias e mantenham-se distante de tudo e de todos. A burrice contagia. É pior que a falta de caráter.
Sabia que por mais que tentasse me prevenir, ainda assim, não cabia nesse espaço. Sabia, e entretanto, insisti em contrariar a lógica. Críticas? Não por elas. Pela vergonha de ser tão original em toda a minha falta de criatividade. Perdi as contas que minhas epeedices foram motivos de zombaria e de humilhações. Pele com pele de epee, sofria os reflexos de sua inabilidade com as imagens e com as palavras. E resistia. Mas até para resistir é preciso ter o mínimo de amor próprio.
O mundo vai continuar sendo dos mais fortes, dos mais inteligentes e dos intelectuais. E o mérito, também será de quem souber beijar as palavras e lançá-las ao vento em busca de prazer ou de medalhas. Prefiro a solidão como companhia a me declarar parte integrante deste meio. Não eu. Não epee. Somos, e sempre seremos a mesma pessoa: Teresa Cristina S. Alves de Castro. Torta, velha, loura e burra! Mas humana. Pela raça e pelo coração. Com todos os meus defeitos, transparente em todas as minhas atitudes e sincera. Antes eu e meu precário vocabulário a ser uma farsa ou um plágio de alguém ou de alguma coisa que não corresponda à minha realidade.
E quem não gostar, ou não aprovar, paciência. Há janelas e janelas. E além delas, a opção de ser seguidor ou leitor. Ou nem uma coisa nem outra.