desfez o Tempo confidente das memórias num rascunho de papel passado em sílabas fugidias. e vogais homicidas. sagrado ofício anônimo de um templo nefasto de palavras prometidas à terra bruta. asas suicidas à travessia de frases perdidas num enredo pérfido. e mórbido. salubre, a deserção. e os sonhos. vazios de ilusão.
A poesia não quer salvar o mundo
ResponderExcluirsó ajudar
Mar Arável,
Excluirhá Poesias que fazem mais.. salvam pessoas... de si mesmas.
bom domingo.
A poesia é, por vezes, " a tábua de salvação", um universo que "dá asas" à nossa fantasia.
ResponderExcluirAbrs
J
ou, à nossa realidade, mais dura, e mais fria...
Excluirboa semana, Jorge.