domingo, 15 de junho de 2014

quando Junho se foi...







desfez o Tempo confidente das memórias num rascunho de papel passado em sílabas fugidias. e vogais homicidas. sagrado ofício anônimo de um templo nefasto de palavras prometidas à terra bruta. asas suicidas à travessia de frases perdidas num enredo pérfido. e mórbido. salubre, a deserção. e os sonhos. vazios de ilusão.

4 comentários:

  1. A poesia não quer salvar o mundo

    só ajudar

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Mar Arável,
      há Poesias que fazem mais.. salvam pessoas... de si mesmas.

      bom domingo.

      Excluir
  2. A poesia é, por vezes, " a tábua de salvação", um universo que "dá asas" à nossa fantasia.
    Abrs
    J

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. ou, à nossa realidade, mais dura, e mais fria...

      boa semana, Jorge.

      Excluir