sexta-feira, 28 de junho de 2013

¬







[...] A arte como reflexo de sua essência, não importa onde ilumina, ou quem beneficia, ou mesmo se alguém é beneficiado, ou prejudicado. A realidade tem caráter de acontecimento, e, às vezes, na leitura dos versos, quando iluminada, uma tortura! E numa Primavera tardia, em pleno Verão, o Bolbo e a Leitura florescem no Inverno. Frio. E indiferente. Mas nunca à Poesia da alma, d’Alma. Essa, eterna desconhecida dessa sua leitora. Analfabeta.

5 comentários:

  1. A arte chega como numa tarde sombria em que não vemos graça em nada, e ilumina e deixa tudo mais bonito. É assim que a vejo e sinto.

    ResponderExcluir
  2. Teresa,

    o "analfabetismo" suposto por ti é a sabedoria apreciada por mim.
    poucas vezes vi alguém comentar tão entregue e tão dentro da obra de um escritor.
    parabéns pela sensibilidade e dedicação.
    as imagens que você (r)escolhe são hipnóticas para mim, sabia? vejo tanto nelas, tanto! ainda se há um texto acompanhando... vou indo e fico por lá, naquele vale que você oferece.
    (por falar em texto: belo o texto aqui. há realmente tortura na luz!)


    um beijo, bom dia.

    ResponderExcluir
  3. O impacto da poesia que toca a alma, e que transforma em arte, em poesia, os acontecimentos dos sentimentos.

    (andei a olhar o seu facebook)

    bom final de semana!

    ResponderExcluir
  4. Com tanta Alma, qualquer um se sente analfabeto...

    Bjs,

    Carli

    ResponderExcluir