[...] A arte como reflexo de sua essência, não importa onde ilumina, ou quem beneficia, ou mesmo se alguém é beneficiado, ou prejudicado. A realidade tem caráter de acontecimento, e, às vezes, na leitura dos versos, quando iluminada, uma tortura! E numa Primavera tardia, em pleno Verão, o “Bolbo e a Leitura” florescem no Inverno. Frio. E indiferente. Mas nunca à Poesia da alma, d’Alma. Essa, eterna desconhecida dessa sua leitora. Analfabeta.
A arte chega como numa tarde sombria em que não vemos graça em nada, e ilumina e deixa tudo mais bonito. É assim que a vejo e sinto.
ResponderExcluirTeresa,
ResponderExcluiro "analfabetismo" suposto por ti é a sabedoria apreciada por mim.
poucas vezes vi alguém comentar tão entregue e tão dentro da obra de um escritor.
parabéns pela sensibilidade e dedicação.
as imagens que você (r)escolhe são hipnóticas para mim, sabia? vejo tanto nelas, tanto! ainda se há um texto acompanhando... vou indo e fico por lá, naquele vale que você oferece.
(por falar em texto: belo o texto aqui. há realmente tortura na luz!)
um beijo, bom dia.
O impacto da poesia que toca a alma, e que transforma em arte, em poesia, os acontecimentos dos sentimentos.
ResponderExcluir(andei a olhar o seu facebook)
bom final de semana!
Com tanta Alma, qualquer um se sente analfabeto...
ResponderExcluirBjs,
Carli
é verdade! qualquer um.
Excluirbeijo, Carli.