sexta-feira, 27 de janeiro de 2012









às vezes, numa narrativa estagnada e alheia ao meu próprio enredo, dou voltas ao passado, e num sobressalto grito minhas incongruências e minhas fraquezas, para logo depois me reerguer, e desmentindo o fardo do peso bruto, flutuo na asa de uma nova esperança, numa urgente tentativa de alcançar a liberdade que desfruto. e que por vezes, esqueço.

3 comentários:

  1. Sim, assim há de facto esperança....de um novo dia, de que chegue rápido a Primavera que nesta linda foto já se avizinha...

    Bjs
    Carli

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  2. Há sempre algo que teima em nos fazer lembrar uma memória que queremos perdida...

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  3. toda a existência acaba por ser círculo fechado

    abraço
    LauraAlberto

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