não há verbos. o mundo é dos numerais cardinais. nem primeiro, nem segundo. próximo. dos pronomes. idem. das [pré]posições e das fluências da linguagem. dos substantivos. vivos. dos versos a soprar desejos a alimentar a carne e das interjeições. das conjunções sem alternativas aos encontros ritmados. meus artigos cheiram a lavanda barata. meus adjetivos apontam iguarias lexicais no fim da linha. ou da reta. final. qualquer coisa que beira à inutilidade para se afogar no raso. mesmo. é assim. não foi eu quem disse. eu li! com todas as vírgulas a me cortar em pedaços. noves fora nada. uma classe gramatical ordinária. dane-se!!
No Universo, acabamos por ser sempre um Noves Fora Nada. Mas é mesmo por isso que temos e devemos primar pela diferença para quando nos transformarmos nesse nada (para o Universo) sejamos Tudo, ou, pelo menos, para aqueles que verdadeiramente nos amam....um TUDO....
ResponderExcluirPor isso existimos...para não permitirmos que por muito que as adversidades custem, as mesmas nos transformem no Nada....porque Esse NÃO EXISTE....
Bjs
Carli
És colericamente linda ao escreveres!
ResponderExcluir...trato gramatical exposto sem regras de lingua-gem...
ResponderExcluirBom Ano aquele que se avizinha
Abraço-te
Desprotegida a noite foi assaltada por memórias
ResponderExcluirAzul profundo
Carmim
Amarelas
Seus braços abertos se encheram de sono
Seu cabelo solto de vento
Seus olhos de silêncio.
Odysseus Elytis -Sete Nocturnos (5)
trad. Mário Cláudio
Feliz 2012, Epee.