vivas, uma a uma, as rimas pingam e molham o verso no ventre livre do papel poema... subscrevendo a diagramação, ignoram a pontuação e tropeçam em antífens... as reticências pontilham o caminho, e lambendo o umbigo das entrelinhas, provocam cócegas à poesia. habilitada e desejada. riso regurgitado no proibido e permitido dito pelo não dito. desavisada risada de um chamado que atende pelo nome da terceira pessoa do verbo feminino. singular. e grita na folha seu beijo... presente!
Fiz-me presente com o olhar, com as interrogações e exclamações e quiçá com as cócegas da poesia que me inspira este amarelo cálido das árvore que se ergue altiva.
ResponderExcluirManu
parece uma pintura japonesa, mto bonito
ResponderExcluirUma imagem linda sublinhada por um texto que nos transporta para algo que anda próximo de um final feliz (mas sem final...)!
ResponderExcluirum texto enigmático
ResponderExcluiruma foto outonal e lindíssima
um beij