e deito fora verbos na intermitência da escrita, desenhando contrastes sóbrios entre o preto e a cinza que voa no percurso frágil de uma consoante tinta, na conivência com o estigma da linguagem indigente à pauta de linhas dispostas de recolhidos sentires. se mesmo o mistério dos dias abre-me um parêntese para dois pontos sanguinários impondo-me seu poder discricionário, como não aceitar o novo acordo ortográfico quando o universo já era de proposição inversa à lei natural da caligrafia? adivinha ou não, sentia. ossos do ofício liberavam a endorfina, desde que a matéria de capa não fosse uma fatia de epee, o efeito analgésico aliviava a derrapada na urgência da disciplina. paciência. só não aliviava o esforço da caridade exposta na matriz óssea. essa não. porque nada substitui a gratuidade da oração, como as células que pingavam gota por gota da mais profunda emoção, e que agora, nem gota, nem pinga. é sólido. sangue e matéria acondicionados numa proveta até serem ativados por um novo diagnóstico. ou, aguardar que o ruído na comunicação entre as células defina o prognóstico das reticências pelo ponto. final.
Epee!
ResponderExcluirE por que sim ... aceitar o novo acordo ortográfico?
Eu não, NUNCA ... ponto final parágrafo!
Na foto é tão ou mais bela a reflexão.
Beijinho
Ná
Beleza imensa na foto
ResponderExcluirO que dizer do texto?
Coerente com Epee!
Beijo
Retive o contraste entre oração e...oração!
ResponderExcluirCongratulo-me com aquela que é gramatical... e perfeita!
Sem acordos pré definidos, voando nas palavras ao sabor de cada exclamação, não há certamente ponto final que acabe com a beleza da foto.
ResponderExcluirBjs
Manu