beijei todas as letras e pedi ao vento que me trouxesse de volta as folhas perfumadas cheirando a verbos frescos, pedi. mas ele trouxe a ventania e a tempestade. apagou a luz, separou os ossos da pele e deixou rastros de sangue, varrendo para longe de mim a vontade sorrir. não há varinha mágica, nem fada madrinha, no mundo dos grafites vence quem tem mais cor. se antes experimentei a autoridade do calar a voz e pensei que sabia tudo, hoje sei que pior, muito pior, é perder o direito de escrever.
Ninguém pode retirar esse direito a quem nos maravilha com as suas palavras!
ResponderExcluirBeijos.
é verdade epee, e que ninguém nos tire o que considerarmos nosso direito.
ResponderExcluirabraço-te neste sábado.
paula
Por favor, CONTINUA sempre. Beijinhos ;)
ResponderExcluirbonito manifesto
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