quarta-feira, 7 de abril de 2010

¬trago-te







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trago[te] peito [a]dentro, na saudade que sustenta a ausência permanente. trago[te] em doces lembranças de um passado presente [re]cente. trago[te] e bebo[si] em fonte...

Um comentário:

  1. diz um escritor "como esta saudade vitalícia preenche a tua ausência"



    bom dia para si que ainda dorme.


    por cá vou tentando tornar as minhas fragilidades em força. olhando para trás é o que eu tenho sempre feito e é a essa capacidade que me tenho que agarrar.

    aqui está sol, por aí ouço que chove como não chovia há 40 anos

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